Jovem Senador 2026 — Transformando Estudantes em Legisladores
O programa vai além de um simples concurso de redação; ele é uma imersão na democracia brasileira. Os vencedores viajam à capital federal com todas as despesas pagas para simular o processo legislativo: eles criam projetos de lei, discutem temas em comissões e votam propostas no Plenário do Senado. Como funciona a seleção? A porta […]
O programa vai além de um simples concurso de redação; ele é uma imersão na democracia brasileira. Os vencedores viajam à capital federal com todas as despesas pagas para simular o processo legislativo: eles criam projetos de lei, discutem temas em comissões e votam propostas no Plenário do Senado.
Como funciona a seleção?
A porta de entrada é o Concurso de Redação. Para 2026, o tema definido é:
“Democracia nas redes sociais: como construir um debate saudável”.
O processo seletivo ocorre em três etapas:
- Escolar: Cada escola seleciona sua melhor redação e a envia para a Superintendência Regional de Ensino.
- Estadual: As secretarias selecionam os três melhores textos do estado e os enviam ao Senado.
- Federal: Uma comissão no Senado Federal escolhe o vencedor de cada unidade da federação.
Quem pode participar?
- Estudantes: Devem estar regularmente matriculados e frequentando o Ensino Médio em escolas públicas estaduais ou do Distrito Federal.
- Idade: Ter, no máximo, 19 anos completos até 31 de dezembro de 2026.
- Orientação: A redação deve ser orientada por um professor da própria escola.
Cronograma e Inscrições para 2026
As instituições de ensino devem ficar atentas aos prazos para não deixar os alunos de fora:
- Prazo final para inscrições: 17 de abril de 2026, com o envio das mesmas para a SRE até o dia 30/04.
- Onde se inscrever: O regulamento e a folha de redação oficial estão disponíveis no site oficial do Jovem Senador.

Premiação
Os 27 alunos selecionados e seus professores orientadores ganham uma viagem a Brasília para a Semana de Vivência Legislativa. Além da experiência, os projetos de lei elaborados pelos jovens podem ser apadrinhados por senadores reais e acabar se tornando leis vigentes no Brasil.